Foi por tão pouco…

Jukebox: “No fear – The Rasmus” 

Se a gente parasse pra pensar na quantidade de tempo que perdemos na vida por motivos absolutamente insignificantes, pensaríamos duas vezes antes de nascer.

Seja medo, vergonha, ou qualquer outro desses sentimentos, as experiências que eles nos privam não valem a pena serem desperdiçadas.

Por outro lado, se aproveitássemos todas as oportunidades que nos são oferecidas, já pensou quão rica seria nossa vida? Seríamos seres humanos melhores, lidaríamos melhor com a decepção e a frustração, e aproveitaríamos muito mais o sucesso.

Quer dizer, pense bem! Em boa parte das situações que nós evitamos, o pior que poderia acontecer seria ouvir uma recusa. Mas e ae? O que que uma recusa pode trazer de tão mal?

Acho que boa parte do “fracasso” do mundo atual (sim… fracasso, porque, em certos campos, é muito menos do que devia ser) se deve a justamente isso. Deixar passar os momentos certos de agir.

E a solução é muito simples: é só negar o primeiro impulso de fugir e encarar as situações que nos assustam… bem no estilo “face your fears”. Só assim a gente deixa de existir…

… e passa a viver!

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  1. Tá completamente certo!

    Fugir é para fracos! 😛
    hahaha

    mas sério… eu sou super a favor daquele velho ditado: “quem não arrisca, não petisca…”
    e é isso mesmo!

    temos q arriscar e aproveitar as chances q nos são dadas e não deixar passar as dádivas que a vida nos manda, mtas vezes, por um mero acaso!

    Beijosssssssss!

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