Arquivo para junho \04\UTC 2009

Chá da tarde

Pra balançar os ombros: Pussycat Dolls – Jai Ho (You are my destiny)

Estava eu vendo Jornal Hoje um dia desses, quando me veio a revelação: eu simplesmente AMO quando o Evaristo Costa e Sandra Annenberg começam a conversar como se estivessem no conforto de seus lares! Vira um papo de comadre comentando as matérias que passam. Confere aqui e aqui dois exemplos desses momentos mara. Longe de ser um ponto negativo, é ótimo ver isso.

Na verdade, eu adoro ver esses momentos espontaneidade, seja em TV, seja no cinema. Aquela expressão de “não acredito que tô falando isso”, um fio de cabelo que voa na boca na hora errada, o movimento não planejado da roupa… tudo isso, eu adoro notar. E, no Jornal Hoje, o clima de amigues que rola no ar é um deleite. Segundo informações, os próprios apresentadores gostam desse clima e fazem questão dele. Fierce! E, além disso, vamos combinar: a Sandra é linda e o Evaristo é um PUTA lasanhão. Imagina esse vozeirão falando qualquer coisa no seu ouvido… Ô, se eu num casava!

Não é mesmo, minha gente?

O programa da Leda Nagle é outro “encontro de amigas”.

Sabe outro? O “Saia Justa”. Agora imagina o que ia virar desse programa se colocasse o time atual mais a Sandra, o Evaristo e a Fatinha (Fátima Bernardes, para os não íntimos) nele! Seria o êxtase! Fica a dica, pessoal do GNT. 😉

E viva o jornalismo descontraído!

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Quando a deusa veio ao Brasil

Too good to be true: Madonna – Candy Shop Live S$S Tour

Em Dezembro de 2008, às 18h, lá estava eu, à porta do Morumbi, pra ver a MINHA diva. Ela só entrou às 22h, mas tudo bem. O show foi O SHOW. Tipo… tudo, tudo mesmo lindo, mara, perfeito, incrível e inesquecível. Nunca gritei, berrei, cantei, dancei e pulei tão sem parar por duas horas como naquele dia (UM: pensando agora, não sei como meu pai não descobriu que eu era gay naquele dia! DOIS: sim, meu pai foi comigo. Que cara é essa? Não, ele não é gay!).

The Queen!

The Queen!

Foi tudo muito surreal. Primeiro, porque era a Madonna, ali, a 100m de mim (fiquei um pouco longe mesmo…). E, segundo, porque a coisa toda é “muito indescritível”. As coreografias são empolgantes, as músicas são DEMAIS, a iluminação, o palco, ela, os dançarinos… enfim, só vendo pra acreditar. Como diz meu pai, aquilo sim é um SHOW, o resto são tentativas, hehe. Não é melhor do que a Confessions Tour, mas a Sticky and Sweet vale a pena.

E, então, graças ao MOL, vaza o áudio do show! Apesar da voz dela não ser perfeita, apesar dela errar algumas letras, tudo isso não tira nem um pouco o brilho da apresentação. Ouvir essas músicas, ela falando as coisas que ela disse no show, ela chorando ao falar do “fim” da turnê… tudo isso me dá uma alegria enorme de não ter perdido a chance de vê-la. E me deixa quase tão empolgado quanto no dia. Adoro esses transportes de tempo que certas coisas (no caso, o áudio do show no dia que eu fui) proporcionam.

Pensando em vender o corpo pra ir vê-la de novo no exterior…