Archive for the ‘ Inveja ’ Category

10 passos pra fuder teu carnaval

Happy with Madonna – Like a prayer (Sticky and Sweet Tour version)

Oi, gentem! Vorteio. E como passei três eras geológicas “so far away” daqui, vou contar as novidades de hoje pra trás. Tá? Então, olhando aqui na minha agenda, o primeiro evento digno de menção foi… o Carnaval!

Então. Não vou mentir e dizer que eu sou SUUUUUPER fã dessa festona brasileira, que passo o ano todo à espera e que ovulo horrores nesses quatro (ou cinco?) dias. Mas é um feriado, néam? E feriado não se joga no lixo assim… (é heresia!).

Daí fui pra onde? Pra Salvador (passar calor e morrer de ódio daquele povão pisando nos meus Manolo Blahnik)? Pro Rio (dormir na Sapucaí – defendo até a morte aqueles desfiles, mas me dão sono, não nego)? NÃOOOOO! Fui pra Goiás… mais especificamente, um lugarzinho chamado “POUSADA DO RIO QUENTE“.

Vamos fazer a Matriz SWOT do lugar, começando com os Pontos Positivos:

1 – Lá é LINDOOOOOO de morrer!

2 – …

Pontos Negativos (é, vou falar mal mesmo porque adoro ter o PODER):

1 – É tudo MUITOOOO caro. Os “poprietários” aproveitam que galerão não pode sair do resort e voltar depois, e colocam os preços todos MUITO abusivos (tipo uma latinha de refrigerante a R$4,00). Se fosse uma balada, que você vai embora em 5h, até vá lá. Mas é um clube, onde você entra às 8h da manhã e só sai às 18h! Enfim, acho o cúmulo da falta de dignidade abusar dos clientes assim. Me parece um garotinho de 12 anos ejaculando precocemente com medo de nunca mais pegar uma mulher na vida.

2 – Programação ZERO. Ow, comansim!? Eles ganham MILHÕES (hipérbole mode: ON) por dia e não chamam nenhuma banda/cantor decente pra tocar lá? EM NENHUM DIA??? Menos 100 pontos pra Pousada. No Reveillon foi a mesma história. Uma dica: invistam na programação que vocês ganham muito mais… em clientes, em dinheiro e em reputação. De nada.

E daí que foi assim… Sem música, sem animação, e sem nem boyzinhos bonitos pra olhar (porque todo mundo que valia a pena estava em algum lugar que estivesse animado, né?). O saldo geral ficou quase negativo, mas pelo menos peguei um Marcão… no bronzeado.

Acho que preciso honrar outro lugar com a minha presença constante…

PS: Eu ia postar fotos pra matar de inveja. Mas UM que, depois desse depoimento tipo “Defenda seu direito, Consumidor!”, eu acho que não ia alcançar meu objetivo, e DOIS que o WordPress mudou e eu ainda não achei o botão de upload de imagens… rsrs (tá, tá, vou expulsar a Carla Peres do meu corpo ASAP).

Depressão

On air now: Estelle – Free

Vou ser sincero: eu já achei depressão uma doença boba. Quer dizer, pra quem vê de fora, vai dizer que alguém triste e desanimado não dá a impressão de ser simples preguiça da vida? É, meus caros… porém não é bem assim. Sabemos hoje que é algo sério, que tem a ver com “não sei o que” em falta ou em excesso no cérebro e tudo mais. Mas acredito que achei a cura: trabalho!

Olha só. O ser humano precisa ter um propósito na vida. Independente desse propósito ser ficar podre de rico ou ser um líder espiritual, todos nós precisamos de algo que nos impulsione e nos motive a continuar sempre em frente. Eu, por exemplo, quero morar em Londres e ser vizinho da Madonna. Hahaha. Tá bom, tá bom. Não é um sonho exemplar, mas pelo menos dá um sentido a todos os sacrifícios que eu estou fazendo agora, na esperança de que eles sirvam pra algo no futuro. E quando você perde esperança no futuro, pode-se dizer que já está a meio caminho da “Carteirinha de Depressivos Anônimos”.

Agora… imagine que você não tem mais o que fazer. Já alcançou tudo que queria (ou nunca quis nada mesmo), não se sente útil nem necessário. Enfim, um encosto. O que resta a você, pobre alma? Virar um deprimido! E não espanta que esta seja a doença do século XXI. Nunca foi tão fácil se tornar “inútil” numa sociedade como agora. Pra tudo, ou quase tudo, existe alguma máquina ou computador que evite que você se esforce. E com tanto tempo sem nada a fazer, o caminho óbvio a seguir é virar um depressivo crônico.

Mas calma! Não viremos workaholics! Não precisa ser um emprego HIIIIPER desafiador, mas algo que te faça se esforçar, física e psicologicamente, o mínimo que seja, já faz um bem danado. Se envolver algum tipo de filantropia então, fique tranquilo: já tá vacinado contra a doença. Deve ter alguma coisa a ver com a satisfação de ajudar o próximo… Em suma, vamos ocupar nossas cabeças com algo de nossa escolha, antes que a depressão a ocupe de outro jeito.

Just like grandma said: mente ociosa, oficina do diabo.

So sweet

Shouting good: Joss Stone – Tell me ‘bout it

Já tem um tempinho que eu gosto da Joss Stone. Desde que lançou “You had me”, eu ouço a voz dela e fico de cara com a potência e o timbre. Meu gosto musical é hiper-comercial (shame on me), mas adoro quando escuto algo diferente. Foi assim com a Amy Winehouse, com a Lily Allen e com a Joss também. Independente da voz, acho legal ela ter voltado com um estilo musical clássico, dando uma outra chance pra Soul music.

Daí eu tava vendo, acidentalmente, Punk’d um dia desses, e fizeram a tal pegadinha com ela. Que dó!!! Eu acredito que os artistas são pegos mesmo de surpresa, e dá pra ver algumas reações muito interessantes lá. É decepcionante ver aquela pessoa que você adora agindo de um jeito vergonhoso numa situação inusitada, mas quando o que acontece é o contrário, é muito bom. A Joss, por exemplo, teve que ficar de olho numa criança “perdida” até a mãe retornar. Primeiro que ela foi HIPER gentil com o garoto. Muito fofa mesmo. Daí o garoto destrói a loja toda (como parte da pegadinha) e a “vendedora” fica desesperada e talz. É muito lindinho o jeito que a cantora tenta controlar a situação, tranquilizando a vendedora e fazendo por onde tornar a situação menos complicada. Gostei de ver.

Quem dera se fossem todos assim!